A pandemia trouxe muitas incertezas para o mercado e, é claro que a Indústria Gráfica Brasileira não ficou de fora. Porém, muitas das empresas do setor, inclusive o Grupo Print Laser, têm trabalhado incansavelmente para imprimir o que é fundamental para o bem-estar e desenvolvimento da sociedade e do país.

Os gráficos brasileiros continuam rodando em suas impressoras, jornais, livros, folhetos, catálogos, revistas, rótulos e embalagens para os produtos utilizados e, por isso o setor não entrou em “quarentena”. 

Os colaboradores das gráficas trabalham dia e noite, e voltam todos os dias para as suas casas expondo-se aos riscos inerentes à pandemia. Mas, todos eles, mantêm suas responsabilidades de imprimir todo conteúdo relevante e importante à sociedade.

É o momento mais delicado para o mundo e todos os setores da economia, desde a Segunda Guerra Mundial. Os empresários de diversos setores, inclusive a indústria gráficas, estão tomando decisões importantes num curto período de tempo, tentando assim, salvar seus negócios e  garantir os empregos de milhares de colaboradores do setor.

A circulação da informação não pode parar. A impressão de embalagens e rótulos não pode parar. Como também não pode parar a impressão de livros que trazem conhecimento e informação a todos nós.

Para evitar uma crise ainda maior causada pelo novo coronavírus nas indústrias gráficas, nossos diretores estão atentos e as entidades do setor gráfico, em contato permanente com as diversas esferas de governo (federal, estadual e municipal), com a CNI – Confederação Nacional da Indústria e a FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

Essa crise certamente passará e o setor continuará trabalhando para crescer e se fortalecer após a pandemia causada pelo novo coronavírus.

E hoje, dia 24 de junho comemora-se o Dia das Empresas Gráficas. A data faz referência ao alemão Johannes Gutenberg, que fez a primeira impressão de um livro utilizando a técnica inventada por ele em 1455. A técnica possibilitava uma impressão rápida e barata de livros, tornando possível a criação de cópias e sua popularização. O primeiro livro impresso por ele foi a Bíblia Sagrada, e depois dessa invenção, as impressões tornaram-se mais intensas.